sexta-feira, 27 de abril de 2007

Avaliação da Palestra "Comportamentos individuais e colectivos necessários à preservação do rio Coura"

Como classifica a informação exposta na palestra?


Como classifica o espaço de debate?
Como classifica o desempenho dos oradores?


Como classifica a organização do evento?

O tema da palestra pareceu-lhe:

Alguma vez acedeu ao blog http://oriocoura.blogspot.com, elaborado pelo grupo de trabalho que promoveu esta palestra, onde é debatida a poluição do rio Coura?
PS: Este inquérito foi realizado a cerca de meia centena de alunos do ensino secundário, com idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Inquérito

É importante para nós conhecer qual a opinião dos courenses acerca do estado ambiental do Rio Coura. Num primeiro momento os jovens a frequentar o ensino secundário deixaram a sua opinião. Agora, o inquérito está patente no blog, sendo brevemente realizado e divulgado o respectivo tratamento estatístico.



Obrigada.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Águas do Coura serão alvo de análise

Depois de um intenso período a investigar os locais e situações que aparentemente constituíam um problema para a preservação do rio e de retirar as devidas conclusões sobre os respectivos funcionamentos é agora tempo de concretizar em valores se as estruturas visitadas serão ou não verdadeiros focos de poluição do rio.

É certo que através do estudo realizado pelo grupo, publicado na íntegra neste blog, é já possível tirar conclusões credíveis acerca do estado ambiental do rio. Contudo, consideramos igualmente importante apresentar os números que o podem confirmar ou desmentir, mas sobretudo clarificar. Para o efeito, começaremos por realizar as análises necessárias para avaliar os parâmetros característicos de um curso de água, nos laboratórios da Escola EB 2,3/ Secundária de Paredes de Coura, com o auxílio dos professores do grupo de Física e Química. Se, no final dos trabalhos laboratoriais se considerar necessária a avaliação de algum parâmetro que não possa ser investigado nos laboratórios da escola, tentaremos efectuá-lo em instituições credíveis como o Centro de Educação e Interpretação Ambiental de Vascões (CEIA), ou a Escola Agrária de Ponte de Lima (EAPL).

É nosso objectivo, recolher amostras em locais distintos: antes e depois de uma vacaria situada em Mozelos, depois da Truticultura (Formariz, a jusante da ponte de Mantelães) e depois da ETAR (a jusante de Formariz), sendo assim possível confirmar sem margem para duvida as estruturas que poderão incorrer em risco de poluição do rio.

A seu tempo, os resultados serão divulgados no blog, bem como a sua análise e a comparação com análises realizadas por várias entidades há alguns anos a esta parte.

domingo, 4 de março de 2007

Qual o papel de cada um na preservação do rio Coura?

Realizar-se-á no próximo dia 5 de Março, Segunda-feira, pelas 2:30h, uma palestra subordinada ao tema “Comportamentos individuais e colectivos necessários à preservação do rio Coura”, organizada por este grupo de trabalho.
A preservação do rio não cabe apenas às entidades ambientais e governamentais competentes. É necessário que cada cidadão, como pessoa individual, tenha consciência do seu papel nesta tarefa. É neste âmbito que surge a ideia de uma palestra. O objectivo é dar a conhecer a um público com idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos quais os gestos que, no dia-a-dia, podem contribuir para um rio Coura mais limpo. Revela-se urgente informar as camadas mais jovens do quão importante é essa preservação, tornando-os desde já parte activa na tarefa. A palestra estará, porém, aberta a toda a comunidade courense e contará com a presença de Maria do Carmo Miranda, representante da área protegida do Corno de Bico; Arlindo Alves, membro da CDU concelhia e parte activa numa série de questões ligadas à poluição do rio Coura; António Esteves, vereador municipal do ambiente.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

...

É importante para a realização do nosso projecto apercebermo-nos de qual a opinião da população em geral acerca da poluição do rio Coura.
Gostávamos, portanto, que os leitores do blog aproveitassem a zona de comentários para colaborar connosco, dando-nos a conhecer aquilo que pensam sobre o assunto.
Acha que o rio Coura está poluído? Se sim, quais lhe parecem ser as principais fontes poluidoras? Quais os problemas que o rio enfrenta e o que poderia ser feito para melhorar a sua qualidade, assegurando a sua preservação? E a quem compete fazê-lo?
Pode responder a estas perguntas e comentar todos os assuntos que estejam relacionados com a temática, na zona de comentários.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Visita a uma vacaria Courense

Por muitos consideradas como fortes focos de poluição do rio Coura, a grande maioria das vacarias courenses, sobretudo as que se localizam próximo do curso de água, registam já diversos problemas quer com a Câmara Municipal quer com diversas instituições de cariz ambiental. Por essa razão, achamos por bem visitar uma vacaria courense, a fim de verificar no local as suas condições de funcionamento, incidindo sobretudo sobre o funcionamento dos seus sistemas de esgotos. Rumamos até Mozelos, onde se encontra estabelecida uma das poucas vacarias devidamente legalizadas do concelho, segundo informações recolhidas.
Reestruturada há cerca de dois anos a esta parte, altura em que foram ampliadas as instalações e implementadas novas técnicas, a vacaria possui actualmente capacidade para mais de uma centena de animais. O principal objectivo para que está vocacionada, afirma o proprietário, é para a produção de grandes quantidades de leite, o qual é periodicamente recolhido por algumas marcas do mercado. Com efeito, a maioria dos animais são mantidas no interior da vacaria durante todo o dia, o que exige naturalmente um cuidado redobrado com a higiene da mesma. Os detritos animais são constantemente retirados através de dois raspadores automáticos, devidamente programados. Daí, são encaminhados para uma fossa vedada e isolada, que se encontra no exterior da vacaria. A proximidade do rio não parece ser um problema. Questionado sobre o destino daqueles detritos, o proprietário confirma que são distribuídos pelos diversos hectares de terreno que possui por todo o concelho. O problema da escorrência da matéria para o rio, nos terrenos que envolvem a vacaria e que fazem fronteira com o curso não se coloca, uma vez que o proprietário garante que não são ultrapassados os limites de absorção dos terrenos. Além disso, garante o proprietário “uma vez que possuímos vários hectares de terrenos por todo o concelho, a matéria que recolhemos é distribuída por todos eles, sem os prejudicar”.
A licença da vacaria, confessa, “não foi fácil de alcançar”, mas o facto de os doze pareceres exigidos por lei terem sido todos aprovados jogou a seu favor. Actualmente tudo está em ordem, como confirmam as inspecções positivas regularmente efectuadas por técnicos ambientais.